Hoje queria modestamente e de forma simples falar de genialidade, a qualidade ou infelicidade que mais admiro e lastimo que como atributo de destino, ou por pura sorte tenha calhado a alguém.
Pelo titulo e direcção da conversa, facilmente se percebe que estou a pensar como exemplo em Oscar Wilde, que além de Irlandês e assumidamente Gay, era irremediável e lamentavelmente um génio. Atenção, não tenho nenhum preconceito relacionado com as preferências sexuais do rapaz, que coitado até teve de casar e deixar descendência, como ordenavam as elementares regras sociais da época. Já no que diz respeito a ser Irlandês, que a terra de Beckett, Scott Fitzgerald, Thomas Moore, James Joyce, Bram Stoker, Daniel Day-Lewis e dos Clannad,Corrs, Cranberries, Pogues, U2, Virgin Prunes e Waterboys tenha ainda na sua história um Oscar Wilde e um Arthur Guinness, que para quem não sabe fazia cerveja, já me parece ser injusto.
O Oscar, que não levará a mal que o trate na primeira pessoa, estarei perdoado pela minha admiração e inveja, disse um dia a alguém que existiam apenas dois tipos de pessoas verdadeiramente fascinantes, aqueles que sabiam absolutamente tudo e os que não sabiam absolutamente nada. Ora estando eu, necessariamente mais perto do segundo grupo, posso atrever-me , escudar-me na minha ingenuidade e forma simples de olhar o mundo, a ambicionar a pintar o meu próprio retrato, qual Dorian Gray moderno e esperar que o tempo me preserve das rugas e esconda os meus pecados.
Pois, sem vergonha, continuo a roubar a obra do génio, na comedia de pequenos equívocos que é a vida, assumo a importância de ser honesto como contraponto de ser sério ou sincero, que a língua Portuguesa, não facilita o trocadilho nem ajuda não me chamar Ernesto (Earnest) e assumir que este Blog é o meu retrato de Dorian Gray, onde serei para sempre eterno, anónimo na minha loucura e livre.
Bronski Beat and Marc Almond-I Feel Love
Pelo titulo e direcção da conversa, facilmente se percebe que estou a pensar como exemplo em Oscar Wilde, que além de Irlandês e assumidamente Gay, era irremediável e lamentavelmente um génio. Atenção, não tenho nenhum preconceito relacionado com as preferências sexuais do rapaz, que coitado até teve de casar e deixar descendência, como ordenavam as elementares regras sociais da época. Já no que diz respeito a ser Irlandês, que a terra de Beckett, Scott Fitzgerald, Thomas Moore, James Joyce, Bram Stoker, Daniel Day-Lewis e dos Clannad,Corrs, Cranberries, Pogues, U2, Virgin Prunes e Waterboys tenha ainda na sua história um Oscar Wilde e um Arthur Guinness, que para quem não sabe fazia cerveja, já me parece ser injusto.
O Oscar, que não levará a mal que o trate na primeira pessoa, estarei perdoado pela minha admiração e inveja, disse um dia a alguém que existiam apenas dois tipos de pessoas verdadeiramente fascinantes, aqueles que sabiam absolutamente tudo e os que não sabiam absolutamente nada. Ora estando eu, necessariamente mais perto do segundo grupo, posso atrever-me , escudar-me na minha ingenuidade e forma simples de olhar o mundo, a ambicionar a pintar o meu próprio retrato, qual Dorian Gray moderno e esperar que o tempo me preserve das rugas e esconda os meus pecados.
Pois, sem vergonha, continuo a roubar a obra do génio, na comedia de pequenos equívocos que é a vida, assumo a importância de ser honesto como contraponto de ser sério ou sincero, que a língua Portuguesa, não facilita o trocadilho nem ajuda não me chamar Ernesto (Earnest) e assumir que este Blog é o meu retrato de Dorian Gray, onde serei para sempre eterno, anónimo na minha loucura e livre.
Bronski Beat and Marc Almond-I Feel Love