É nestes textos que me sinto mais à vontade, onde não preciso de pausar a escrita para escolher palavras e sigo por aí fora sem receios de que o resultado não seja o que no inicio esperava porque na realidade nada espero quando normalmente escrevo estas coisas. Hoje é uma excepção porque este privilégio tem objectivos o que é uma chatice porque não me posso perder nas palavras e por muito que me estenda, algures terei que voltar para trás e ir na direcção certa que é a resposta a um desafio da Tí Pronúncia que me fez já há algum tempo para dizer a que coisas estenderia de mão erguida um cartão vermelho.
Podia aqui falar de muita coisa que passasse por tanta coisa que vai mal neste mundo mas isso seria fora do âmbito do âmbito deste privilégio que é poder disparatar impunemente e por isso vou falar de estender cartões vermelhos a outras coisas que me irritam e que me levam a disparatar. Comecemos pela hipocrisia que me irrita solenemente e já me acusaram de ser hipócrita o que me irrita solenemente porque normalmente quem me acusa está a ser hipócrita mesmo sem o saber ou pior sabendo que o é e depois podia também falar de moralismos bacocos, detesto aquelas pessoas que se escondem atrás de figuras de barro mal pintadas e paternalismos de quem se acha sabedor da verdadeira verdade e atitudes sarcásticas que visam apenas ferir sem querer ensinar pelo caminho da ironia e de mentiras sem fins lucrativos para a comunidade e espertezas saloias que se topam até pelo cheiro e da falta de lealdade, porque a traição nunca poderá ser desculpável por razão alguma e das amizades de ocasião que para mim só fazem o ladrão e por fim dos sentimentos miseráveis que fazem o ser humano por vezes tão pequenino.
Ora contem lá se não foram dez cartões vermelhos rubros como o sangue que caracteriza a raiva e eu consigo ter raiva destas coisas porque não tenho problema em me afirmar como um bom cabrão para quem me tira do sério e sou a melhor pessoa do mundo para se ter como amigo e a pior pessoa do mundo para se ter como inimigo e a boa notícia é que por aqui na blogoesfera fiz sobretudo amigos e esses foram ficando e deixando de quando em vez uma palavra de carinho ou um abraço ou um empurrão na direcção certa.
Resta-me agradecer ainda uns prémios que alguns amigos de que falei acharam disparatadamente que este blog merecia e cá estou eu com o privilégio de lhes poder agradecer essa plena forma de amizade. E é nem um prémio nem dois mas três que tenho o privilégio de aqui expor e agradecer.
O primeiro veio da Tí Pronúncia que para quem não sabe é uma grande Mulher do norte, sabedora das coisas e uma amiga antiga por quem tenho um carinho enorme.
Podia aqui falar de muita coisa que passasse por tanta coisa que vai mal neste mundo mas isso seria fora do âmbito do âmbito deste privilégio que é poder disparatar impunemente e por isso vou falar de estender cartões vermelhos a outras coisas que me irritam e que me levam a disparatar. Comecemos pela hipocrisia que me irrita solenemente e já me acusaram de ser hipócrita o que me irrita solenemente porque normalmente quem me acusa está a ser hipócrita mesmo sem o saber ou pior sabendo que o é e depois podia também falar de moralismos bacocos, detesto aquelas pessoas que se escondem atrás de figuras de barro mal pintadas e paternalismos de quem se acha sabedor da verdadeira verdade e atitudes sarcásticas que visam apenas ferir sem querer ensinar pelo caminho da ironia e de mentiras sem fins lucrativos para a comunidade e espertezas saloias que se topam até pelo cheiro e da falta de lealdade, porque a traição nunca poderá ser desculpável por razão alguma e das amizades de ocasião que para mim só fazem o ladrão e por fim dos sentimentos miseráveis que fazem o ser humano por vezes tão pequenino.
Ora contem lá se não foram dez cartões vermelhos rubros como o sangue que caracteriza a raiva e eu consigo ter raiva destas coisas porque não tenho problema em me afirmar como um bom cabrão para quem me tira do sério e sou a melhor pessoa do mundo para se ter como amigo e a pior pessoa do mundo para se ter como inimigo e a boa notícia é que por aqui na blogoesfera fiz sobretudo amigos e esses foram ficando e deixando de quando em vez uma palavra de carinho ou um abraço ou um empurrão na direcção certa.
Resta-me agradecer ainda uns prémios que alguns amigos de que falei acharam disparatadamente que este blog merecia e cá estou eu com o privilégio de lhes poder agradecer essa plena forma de amizade. E é nem um prémio nem dois mas três que tenho o privilégio de aqui expor e agradecer.
O primeiro veio da Tí Pronúncia que para quem não sabe é uma grande Mulher do norte, sabedora das coisas e uma amiga antiga por quem tenho um carinho enorme.

O segundo veio da Teresa que é alguém com quem tive o prazer de partilhar um momento que sei ter sido especial para ela e que foi o lançamento do seu livro e que passe a publicidade merece que o procurem nas bancas e se não o encontrarem sempre lhe podem pedir para vos vender um exemplar, o meu está autografado e não o cedo, é meu.
O terceiro veio de uma amiga muito especial, uma grande contadora de histórias e um poço de sabedoria diversa e uma pessoa com uma alegria de viver contagiante e a melhor das companhias para se ter num dia difícil.

Mandam as regras que agora nomeie outros blogs que mereçam os dois primeiros prémios, porque sei que o terceiro a ST gosta de ser ela a atribui-lo, mas alguns já os terão e por isso a todos os que fazem parte da minha lista de sítios por onde posso andar escolham lá um prémio que ainda não tenham e levem-no para o vosso cantinho como prova do meu carinho.
Bee Gees - I Started a Joke